"Dois trilheiros contam suas histórias e aventuras sobre duas rodas"
"A idade vai pesar agora, relembrando o começo! (risos) Nós dois começamos a andar de moto praticamente no mesmo período, em 1985. Comprei uma Yamaha DT, desmontei-a em frente à casa da mãe do Panica e a levamos para uma prova de Motocross, mas somente na brincadeira. Tanto que a gente perdeu a primeira bateria (tanto a da prova quanto a da moto)! (risos) E, desde ali, me apaixonei por motos. O Daniel inclusive já fazia algumas trilhas naquela época, com saco de lixo nos pés, pois não tinha botas! Depois “a coisa” ficou um pouquinho mais profissional, em 88/89. Apareceu uma bota no pedaço, equipamento... Acredito que em 1992 que tudo se ajeitou mesmo, até mecânicos para as nossas motos começaram a aparecer.
Meu irmão, desde 1975, já tinha moto. Ele era dono de um barzinho, onde uma meia dúzia de motociclistas se reunia, em São Leopoldo. Era pouca gente que andava de moto, e eu lia aquela revista “Duas Rodas”. E motocicleta, pra mim, tinha que ser off-road, nunca pensei em andar de moto de asfalto.
Também nunca me passou pela cabeça ter moto de estrada. Mas a minha paixão é antiga e é relacionada mais com o “estar no sangue”. A vontade simplesmente surgiu. E, para mim, é uma válvula de escape dar, nem que seja uma vez por semana, uma volta de moto. É obrigatório fazer isso. E o bacana é que a turma de motociclistas que começou com a gente, nos anos 80, está praticamente toda aí ainda."
...Continua
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